quarta-feira, 30 de julho de 2008

[sou dela]


Quem disse que os outros sabem mais? Se você não sabe de tudo, sabe quase tudo. Se tem coisas que ainda não sabe é porque nossa limitada convivência não nos deu tempo para falarmos ou não surgiu o momento para algum assunto ou fato. Quando falo que não tive espaço, é porque nossa convivência se limitou a algumas horas e semanas. Sempre fui fechada, criada na individualidade, não haviam trocas... existia cumplicidade, no silêncio. Hoje consigo (e preciso) falar das minhas coisas, das minhas vivências, das minhas alegrias, dos meus medos, dos meus desejos, das minhas dificuldades.

Se estou só é porque te amo e não poderei amar outra pessoa enquanto você estiver ocupando meu corpo, mente e alma. E como você, sou exigente sim. Quero alguém inteira, que goste e queira estar perto de mim, respeitando o tempo de cada uma, que queira dividir os desejos, os medos, as histórias, as fantasias, as alegrias, as vontades, os sonhos... que não tenha medo de pedir, que entenda meus momentos, que diga sim, que diga não, que entenda minhas dificuldades, que vibre com as minhas conquistas, que me dê colo num momento de tristeza, que ria das minhas bobagens e atrapalhadas, que tenha paciência e compreensão, que me aceite como sou... alguém que eu possa pedir, que eu possa dizer não, que me queira perto nos momentos de alegrias e também nas crises, que conte as suas conquistas, que queira o meu colo quando estiver triste ou carente, que conte com o meu jeito encabulado de cuidar, que deixe eu rir da mais simples bobagem... e juntas possamos aprender, crescer e viver o amor.


Estamos num tempo em que sabemos respeitar o momento de cada uma, mas é preciso haver convivência... não bastam palavras escritas, músicas. Preciso ouvir, ver, sentir você... falando, sorrindo, o perfume em cada movimento, os gestos, as expressões, as conversas, as brincadeiras, o sorriso encabulado, os olhos brilhantes, os lábios aveludados... Eu quero, você quer!... Então, será que é táo difícil assim vivermos o que tanto queremos?!

...

o meu sorriso é mais feliz quando você está pertinho!

sexta-feira, 25 de julho de 2008

em vários instantes


vivendo a sensação de estar caminhando nas nuvens.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

num dia de inverno

...
final da manhã, vento irrequieto, frio agradável, sol brilhando, um lugar, cardápio diferente, pessoas, olhares, abraços, conversas, cafés, ruas, afagos... pensamentos... leveza.

meio da tarde, palavras no ar?! pois é, lidando com as curiosidades alheias... é preciso.

fim de tarde, vento gelado, chimarrão, rapadura, sorrisos, papos... é lu, nossa amizade não tem tempo, mesmo na distância a conversa continua onde parou... e a ligação da catita como se adivinhasse que iríamos nos reunir... poxa, demais! adoro vocês!

curtindo cada momento, seja na explosão de um sorriso por alegria ou pela fragilidade de uma melancolia ou saudade... o tal de frio na barriga, por estar sentindo e vivendo o meu ser.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

silêncio de uma espera.

A música 'amado' da Vanessa da Mata retratou, coincidentemente, alguns dos pensamentos do final de semana:

Como pode ser gostar de alguém, e esse tal alguém não ser seu... Fico desejando nós gastando o mar, pôr-do-sol, postal, mais ninguém... Peço tanto a Deus para esquecer, mas só de pedir me lembro, minha linda flor meu jasmim será, meus melhores beijos serão seus... Sinto que você é ligada a mim, sempre que estou indo, volto atrás, estou entregue a ponto de estar sempre só,
esperando um sim ou nunca mais...

O silêncio da espera no compasso dos movimentos.

Mariana em Minneapolis

Domingo, 20/07/2008, 11:30, aeroporto salgado filho... porto alegre - são paulo - miami - new jersey - minneapolis... sem passagem de volta, com retorno para julho 2009 ou 2010... impossível não viver a emoção de uma despedida e as suas mais diversas manifestações de carinho e 'pré-saudade'... é malinha, em vários momentos uma perguntinha: para que existem despedidas?

terça-feira, 15 de julho de 2008

[mais do que uma música]


Ao reler um recado, consequentemente meus olhos procuraram outros tantos rabiscos, traços de momentos introspectivos... é certo que, tanto eu como você, chamamos a atenção, somos afetuosas, versadas e com belos sorrisos, porém isto não significa que o fato de circular pelas pessoas e ter as que se interessam, que eu esteja correspondendo ou procurando. As mulheres, em geral, confundem uma boa conversa, um sorriso, um abraço de verdade... Hoje, e já de um bom tempo, não quero 'affairs', ficar por ficar, números, troféus... Não busco o nada, o vazio... 'Quero néctar de apenas uma flor do meu jardim'... Quero uma relação onde exista trocas, interesses, pensamentos, sonhos, buscas, vontades, afinidades, aprendizados, valores... Onde o medo nos instigue a nos conhecermos sempre... Onde o desejo, a paixão e o amor nos faça acreditar ser possível viver uma história de verdade... A cumplicidade do querer, do olhar, do ouvir, do beijo, do abraço, do sentir, do toque, da pele, dos cheiros, do calor... Amar e ser amada!

Eu preciso, eu posso, eu quero... Sentir, viver!

E você?

segunda-feira, 14 de julho de 2008

eu sei...


sabe quando você volta a sentir frios na barriga?
sabe quando você olha para o céu e acha esse o céu mais lindo do mundo?
sabe quando tudo que você quer é acreditar e isso é bom?
sabe quando você volta a acreditar naquela teoria de que "o que tiver de ser será"?
sabe quando você nem precisa de mp3 porque você já tem música bastante em você?
sabe não?
eu sei...

Você pode me ver do jeito que quiser, eu não vou fazer esforço prá te contrariar... De tantas mil maneiras, que eu posso ser, estou certa que uma delas vai te agradar... Porque eu sou feita pro amor da cabeça aos pés e não faço outra coisa do que me doar... Se causei alguma dor, não foi por querer, nunca tive a intenção de te machucar...

quinta-feira, 10 de julho de 2008

sinuosidades


... é, continuo fiel ao deslizar da lapiseira numa folha de papel e na sinuosidade dos movimentos... dança das palavras.

... ando mergulhada na leitura de um pequeno grande livro... relendo muitas vezes cada capítulo, instigada com as interpretações aprofundadas a cada frase, a cada momento... insights.

... um dia diferente, agitado... nem mesmo o vento amaina o não ver-te... saudade!

domingo, 6 de julho de 2008

'mais do que imaginei'


Porto Alegre, sábado, noite agradável, família, taças, panelas, aromas, reencontros, abraços, risadas... o final da noite trouxe uma brisa suave, perfumada... de um beijo, o sorriso de canto e o brilho no olhar... e de volta ao silêncio do meu canto, uma nova mensagem... ver e escutar 'mais do que imaginei'...

Quis enganar meu coração
Mas foi em vão, a verdade vem e não dá
E eu só penso em te encontrar
Eu quero o teu amor
Se eu disser que perdi a direção
Se eu disser que machuquei meu coração
Quando eu disse não
Tudo que eu vejo só lembra você
E é impossível te esquecer
Por isso, vem amor
De tudo que vivi você foi mais
Do que eu imaginei ser capaz
Se eu tiver todo o teu calor outra vez aqui
Olhe bem para os meus olhos
Pra sentir, quanto eu sofri
Hoje eu sei que preciso de você
E não dá pra imaginar te perder
Eu amo o teu amor
De tudo que vivi você foi mais
Do que eu imaginei ser capaz


espasmos no corpo, coração levemente acelerado, vontade de te encontrar e saltitar de mãos dadas pela rua afora... dormi profundamente enternecida pelo seu movimento.

virar a página


hoje fiquei pensando no virar a página... virar a página de verdade, não apenas pensar, querer... e sim, agir, concretizar! a vida tem apresentado situações agradáveis, leves, belíssimas e continuo como espectadora... como assim?! se estou querendo viver no palco, é preciso que eu seja a principal personagem da minha história... é preciso que eu viva as minhas convicções, os meus sonhos, os meus desejos!

quinta-feira, 3 de julho de 2008

joaninhas, lagartixas...







Meu amor por ti é como a brisa, não te vejo, mas posso te sentir... caminhos, escolhas, rumos, aprendizados... mesmo que a distância nos deixe longe e que o tempo não possa ser agora.

Não meças o tempo das emoções e dos sentimentos. O amor ignora os relógios, a sucessão dos dias e das noites, o princípio e o fim, a infância e a velhice. O amor só dura um dia, e esse dia não tem fim.