quinta-feira, 25 de setembro de 2008

pequeno acontecimento... grande alegria!


Fim de tarde, um ambiente leve, energia calorosa... Te vejo tão linda e radiante, e fico pensando na vida, nas pessoas que frequentam o teu espaço. Te senti feliz, o que poderia ser um amor, ou também poderia ser qualquer outra coisa que fosse uma boa razão para esse estado. Do nada, tive um estalo e te procurei no orkut... Foi então que percebi o que te deixa muito feliz: o trabalho, as pequenas conquistas, as pessoas que passam pelas tuas mãos, as pessoas que fazem parte da tua equipe e que agregam alegrias e realizações ao teu sonho a cada dia semeado e realizado. Talvez, você tenha estranhado o inusitado convite, porém eu apenas quis dividir este momento. Pequenos acontecimentos nos mostram o quanto vale a pena dedicar um tempo para o abraço, o sorriso, as palavras. De alguma forma eu brindei contigo esta noite e agradeci por sentir o quanto me faz bem conviver com pessoas que fazem o que gostam. E saiba que sim, qualquer hora dessas, beberemos um champagne juntas!

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Pingados


Dias sem escrever, sem estar sentada na frente do pc, sem baixar músicas, apenas podendo escutar as que arrebatam toda e a mais incrível sensação! Hoje precisei usar o teclado para responder a um briefing, para decolar o projeto do site da Devorata. Aproveitei esse momento e baixei o cd Melody da Sharleen Spiteri, vocalista da banda escocesa Texas... E sem parar de tocar, paixão a primeira vista, 'Don't keep me waiting'... Irresistivelmente dançante, envolvente, vibrante! Para quem não a conhece, vale a pena escutar Nevermind, da banda Texas, outra da minha lista 'para ouvir sempre'.


A tentativa de um recomeço com a moça da rua dos jacarandás foi rompida com a chegada de uma tarefa que modificou totalmente a sua vida e, a cada dia vamos ficando mais distantes. Sinto que existe entre nós uma forte amizade, uma parceria para uma conversa inteligente e talvez uma divertida festa, mesmo que poucos tenham sido os momentos, apesar de algumas oportunidades de balada, porém normalmente 'boicotadas'. A insegurança e a agressividade amargaram toda a doçura que me envolvia até então... Dor, susto, medo, paralisia. De uma atitude sem precedentes, reajo com o silêncio, com a dor que arde em febre... Sinto frio, sinto repulsa... Um sábado silencioso, observo os movimentos e não vejo a hora de ir para a rua, sentir o ar, sentir o calor do sol no rosto... Cheia de porquês, não quero ver, não quero ser tocada... Tomo um banho quente, passo devagarinho um creme, coloco um pijama, preparo um chá, assisto um filme leve e durmo.


Levanto quando o sol já está alto, dia frio e lindo. Me 'puxo' para uma caminhada, espantar os últimos resquícios da dor... Cidade cheia, barulhenta, Praça Mãe de Deus, mulheres, homens, famílias, crianças, cachorros, cuias, térmicas, bicicletas, bolas... Em cada rosto uma feição, melancólica, alegre, rude, leve, desconfiada, descontraída... Entre tantas pessoas sentadas, vejo uma que lembra um certo alguém e ao seu lado uma cocker, tão clara quanto a dela. A distância não me dá certeza e então faço a segunda volta por um caminho diferente, mas ela foi-se embora antes que eu completasse a volta. Será que foi apenas uma miragem? Tive várias no decorrer da semana! Até o mp3 desliguei, por estar tocando as músicas numa sequência estranha, que me remetiam as mais variadas lembranças como se numa ordem cronológica. É, pensar nela traz ternura, aconchego, brilho, sorriso... Saudade, muita! Vontade, todas! Amor, sempre! Para sempre!


Ômega melancólico, a famosa marquinha da testa, que mostra as pessoas que estão preocupadas, tristes, melancólicas, desconfiadas... Incrível como esta marca retrata a realidade, é só olhar para os lados e podemos perceber cada indivíduo.


E o sábado chega com o sol timidamente querendo espantar a leve chuva. Um findi perfeitinho, na serra curtindo as delícias de estar perto de algumas pessoas especiais, de comer e beber maravilhosamente bem e me entregando as gostosas sonecas em vários momentos. E assim vou me descobrindo a cada dia... E também, sorrindo por sempre olhar e abençoar o nosso lindo céu azul!

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Pai


Ontem, poucos minutos antes de deitar, conversei com as manas sobre o pai, que agora está morando sozinho. Meu mano mais novo, definitivamente, foi morar com a namorada, após adiar por um ano e meio sua saída. Senti um aperto no coração... Chorei e tentei rezar pedindo para que a Vida cuide direitinho dele e não deixe-o sentir tristeza e solidão naquele espaço sempre tão alegre, doce, quente e cheiroso de quando a nossa adorável e iluminada mãe estava neste plano e com a abençoada companhia alegre e jovial do Géio. Sabemos que a Vida não pára, todos temos a nossa caminhada, mas dói, dói muito não poder estar mais perto, não poder mudar a minha Vida para estar ao lado dele nesse momento. Vou tentar de alguma forma, estar mais presente, mesmo que para isto eu tenha que abdicar da minha Vida pessoal. Quando penso nele, em qualquer lugar que esteja, as lágrimas se rompem, não consigo contê-las... Talvez ele, com suas orações, esteja sendo mais forte e sublime que eu.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Madonna

Hoje caiu em nossas mãos a revista du, com edição inteirinha sobre a Madonna. Não resisti em copiar a imagem da capa... Arrebatadora!

segunda-feira, 8 de setembro de 2008


O Reencontro

Que vibração! Surpresa e encabulada com a minha presença, ela lança um olhar firme e um oi sussurrado... Eu, mais surpresa ainda com a chegada dela, respondo baixo e com um olhar de quem espera há muito por esse momento. Falta pouco para saber mais...


Utilidade Pública

Estranho isto de certas pessoas sentirem necessidade de inventar fatos. Será que é para mostrar algo que gostariam de ter vivido mais intimamente ou de precisar de um troféu para ilustrar conquistas?! Para quem se aproximou para buscar alguma informação, nem sempre verídica, cuidado, pois está sendo usada para colorir outras histórias.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

[um dia a casa cai]

A cada pouco fico sabendo de algo que me deixa estupefata. Se ainda há sentimento, esvai-se. Enganos, mentiras, inveja? Que mundo é esse? Que necessidades são essas? Não sei, o melhor é nem pensar, até porque não preciso disso. Superava ou deixava passar muitas coisas que vi ou soube, achava que podia ser diferente, mas hoje vejo o quanto me fechei numa história que apenas eu achava ser possível. Amei, talvez (insignificante) ainda ame. Aprendi, continuo aprendendo. Há muito deveria ter dado importância ao que via, percebia, sentia, mas deixava me arrebatar por algo lindo e forte que existia no meu coração (piegas demais!). Bom pensar que eu acreditei, sonhei e me entreguei mesmo que, para ela, eu pouco ou nada tenha significado. Sei quem sou e busco viver o meu querer, não me deixando levar pelos rótulos e aparências. Agora, cada vez mais, sou mais Eu! Amém!

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

pessoas


Dias cheios de graça, leveza, calor do sol, momentos especiais, conversas interessantes, percepções. Numa das noites, algumas horas com um pequeno grupo, onde a diversidade sexual foi um dos grandes assuntos e, numa das tardes, uma conversa fascinante sobre o mundo da engenharia dos alimentos. A cada instante convivo com pessoas que estão fazendo eu sentir e querer viver o que sinto... Sensibilidade do que vem de dentro, sem medo de ousar, de mostrar, de ser.


Não foi assustadora a sensação de hoje, porém a tontura e o não saber lidar com a situação, de alguma forma, me deixa vulnerável ao que percebo, ao que sinto. É, terei que aprender cada mensagem e, uma delas, eu já sei, não dá para adoçar com a doce menina da rua dos jacarandás.


Os ventos que as vezes tiram
algo que amamos,
são os mesmos que trazem algo que
aprendemos a amar...
Por isso não devemos chorar
pelo que nos foi tirado e sim,
aprender a amar o que nos foi dado.
Pois tudo aquilo que é realmente nosso,
nunca se vai para sempre...
(Bob Marley)