quinta-feira, 4 de setembro de 2008

[um dia a casa cai]

A cada pouco fico sabendo de algo que me deixa estupefata. Se ainda há sentimento, esvai-se. Enganos, mentiras, inveja? Que mundo é esse? Que necessidades são essas? Não sei, o melhor é nem pensar, até porque não preciso disso. Superava ou deixava passar muitas coisas que vi ou soube, achava que podia ser diferente, mas hoje vejo o quanto me fechei numa história que apenas eu achava ser possível. Amei, talvez (insignificante) ainda ame. Aprendi, continuo aprendendo. Há muito deveria ter dado importância ao que via, percebia, sentia, mas deixava me arrebatar por algo lindo e forte que existia no meu coração (piegas demais!). Bom pensar que eu acreditei, sonhei e me entreguei mesmo que, para ela, eu pouco ou nada tenha significado. Sei quem sou e busco viver o meu querer, não me deixando levar pelos rótulos e aparências. Agora, cada vez mais, sou mais Eu! Amém!

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