terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Alma algodão doce


A chuva forte e o cheiro de pedras lavadas desnudam a alma. Um turbilhão de palavras na mente, lápiz e papel na mão, perco algumas ao esboçá-las. Uma saudade gostosa, que aperta... uma saudade que existe. E você, alma algodão doce, mesmo de longe, me amansa.

Os trovões estremecem os pensamentos, lembram os últimos sonhos, a constante presença do calor, do afeto, da água, do medo de algumas emoções. Sentir, sentir, sentir... Assim tem sido os meus dias, as minhas noites. Como a frase "Em um momento, vive-se uma vida", desenho um belo sorriso ao lembrar de um dos 'momentos Baby'.

2009 vai encerrando como um ano recheado de surpresas, de mudanças, de tentativas, de acertos, de erros, de retomada de fé, de novos círculos, de enfrentar memórias, de respirar mais fundo, de não calar em qualquer situação, de me entregar a mim mesma, de permitir-me viver o amor na sua essência. Então, que venha 2010!

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