segunda-feira, 8 de junho de 2009

Três anos depois


Não sei explicar o que acontece, simplesmente não sou eu quando estou perto dela. Desta vez, tive certeza das sensações que outrora sentira. A insistência pelo que há na alma, encontra o vazio, o frio. Torna-se insípido querer o que não corresponde, o que não toca, o que não retorna, o que não existe. As palavras se perdem no emaranhado de uma clandestinidade. Um dia saberemos o porquê de um sentimento assim tão antagônico. Guardo-a, com todo meu amor, para a eternidade e, então, escolho continuar minha trajetória.

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